Cartas do Dr. Anónimo

(...) sei que o tesouro que ela guarda por dentro é algo demais que eu alguma vez podia sequer pedir, e me foi dado de graça. Sei que não ...


(...) sei que o tesouro que ela guarda por dentro é algo demais que eu alguma vez podia sequer pedir, e me foi dado de graça. Sei que não chega, mas não sei que mais dizer senão obrigado: obrigado pela atenção, pelo carinho, amor, felicidade, pelos sorrisos, e também pelas lágrimas, obrigado pelas dificuldades, e pelos momentos a sós, que vieram a contribuir para a construção daquilo que eu hoje posso dizer que é meu, mas não pelo meu mérito, pois estou ciente que foi Deus quem me presenteou com tal pedra preciosa. (...) Sempre que a imagem da tua pessoa corre o meu pensamento, algo estranho acontece e revela-se no exterior através do sorriso mais parvo e idiota que possas imaginar; mas não me envergonho das figuras que faço, porque todas elas são produzidas por uma felicidade incalculável, que ninguém pode medir, ninguém pode quantificar, ninguém mais senão eu posso sentir. (...) a tua presença está sempre bem marcada não só nas minhas recordações, mas em mim próprio, pois sei que já não sou aquilo que era há um ano atrás, sou diferente, mais parvo, mais idiota, mais brincalhão, mas sem dúvida alguma, muito, MUITO MAIS FELIZ +.+ 
Dr. Anónimo

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