Sorte

Já disse que não confio no Destino, nem conto com a Sorte. E não, de facto não conto. Agora, apenas uma vez, gostaria de lhe pedir contas. S...

Já disse que não confio no Destino, nem conto com a Sorte. E não, de facto não conto. Agora, apenas uma vez, gostaria de lhe pedir contas. Sim, porque eu às vezes ponho-me a pensar, e chego à conclusão de que ela gosta de brincar comigo.
Quando se passam dias (e por dias, entende-se mais do que um) de grande felicidade e sorte aparente, já a Daniela sabe que a seguir vem um dia ou dias (idem aspas) de rajada de azar - ora se apanha um autocarro que não existe e fica-se duas horas à espera do próximo, ora se leva um computador incompatível com o documento, ora se fica com a pen com virus e se perde um documento que deveria ser entregue a tempo, ora ninguém atende o telemóvel quando é mais preciso. Ora anda a Daniela stressada de um lado para o outro, com as mãos a tremer, telemóvel na mão e, às vezes, lágrimas nos olhos. Enfim, pessoas stressadas vivem disto, nervosismo.
É fatal como o destino (mas qual destino? --'), prefiro dias amenos e calminhos, do que dias de grandes projectos e felicidade, que já sei o que me espera.
Acho que estou a ficar supersticiosa. Vêm aí dias muito bons, a ver vamos.

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